Uma verba, dividida por show — e um caso à parte
Todos os shows da temporada rodam a mesma lógica: campanhas de Conversão no Meta Ads, mirando quem já está perto de comprar. A exceção é O Céu da Língua, o especial de stand-up do Gregório Duvivier — como ele não tem a força de marca de um line-up musical consagrado, leva um funil completo (alcance → tráfego → conversão) e orçamento próprio.
Ajuste o valor e veja a divisão recalcular
4 camadas de público, aplicadas em todos os shows
Como o objetivo é sempre Conversão, a régua de público é a mesma para os 18 shows — o que muda de um pro outro é o recorte de interesse (o gênero musical e o artista) e a faixa etária. Detalhe show a show na aba 02.
Base própria
Compradores antigos (lista/CRM ou pixel de compra) e engajados com o Instagram/Facebook da Brava nos últimos 365 dias.
Semelhança 1–3%
Modelado a partir da lista de compradores e da audiência de engajamento — Brasil com prioridade Rio de Janeiro.
Artista + gênero + seguidores
Interesse na página do artista de cada show, no gênero musical correspondente e nos perfis dos artistas convidados.
Raio Jockey + Zona Sul
Raio de 12–18km a partir do Jockey Clube (Gávea), priorizando Zona Sul, Barra/Recreio e bairros nobres da Zona Norte.
Campanha de Conversão, otimizada para compra de ingresso
Estrutura igual para os 18 shows: uma campanha de Vendas no Meta, otimizando pelo evento de Compra (pixel/CAPI na página de ingressos), com Advantage+ Placements (Reels, Stories, Feed) e as 4 camadas de público rodando dentro do mesmo conjunto de anúncios. O criativo é a arte do evento — line-up, data e CTA de ingresso — com variações por gênero musical.
Semanal = residência recorrente, orçamento tratado como campanha única de temporada em vez de por data.
Como as 3 temperaturas de público se combinam
Cada show sobe os 3 conjuntos de anúncio abaixo dentro da mesma campanha de Conversão — o orçamento de cada show se distribui entre eles por performance (CBO), sem uma divisão fixa de percentual.
| Temperatura | Fonte de público | Papel na campanha |
|---|---|---|
| Quente | Compradores antigos · engajados IG/FB 365d · video-viewers 50%+ de posts anteriores | Menor CPA, sustenta o volume inicial de vendas assim que a campanha entra no ar. |
| Morno | Lookalike 1–3% de compradores e engajados | Escala o público quente mantendo a qualidade, principal alavanca de volume. |
| Frio | Interesse no artista/gênero do show + vida noturna RJ + geolocalização Zona Sul/Barra | Traz gente nova para o funil de cada show específico, essencial pros artistas menos óbvios pro algoritmo. |
De onde parte o raio de segmentação
Toda a camada geo dos 18 shows tem o mesmo centro: o Jockey Club Brasileiro, na Gávea, colado na Lagoa Rodrigo de Freitas. As prioridades abaixo servem de ponto de partida — quem estiver mais perto e com mais afinidade de vida noturna entra primeiro, e a verba escala pros anéis seguintes conforme o show precisa de mais volume.
Gávea, Jardim Botânico, Lagoa, Leblon, Ipanema
Maior concentração de renda e de hábito de sair à noite, a um trajeto curto do Jockey. É onde a verba entra primeiro em todo show.
Botafogo, Flamengo, Copacabana
Ainda dentro de um deslocamento confortável (Uber/metrô). Camada de escala quando o núcleo satura ou o show pede mais volume.
Barra da Tijuca/Recreio e Tijuca/Grajaú
Público de bom poder aquisitivo, mas depende mais de carro. Testar por show — funciona melhor pra line-ups com apelo mais amplo (sertanejo, piseiro, réveillon).
Testando tudo que o Meta libera pra Conversão
Em vez de fixar um formato só, cada show entra com um pacote pequeno de variações e deixa o Advantage+ Placements decidir a mistura — só travamos posicionamento manual quando um criativo for feito sob medida pra um lugar específico (ex: vertical puro pro Reels).
O Céu da Língua
Gregório Duvivier, stand-up — 3 sessões que precisam de plateia nova, não só do público que já segue a Brava. Por isso, ao contrário dos outros 18 shows, roda um funil completo dentro do Meta.
Por que este show pede um tratamento diferente
Um line-up musical já vem com fã-clube pronto: quem gosta de Marisa Monte ou de Capital Inicial se identifica em menos de 1 segundo de anúncio. Stand-up é mais pessoal — quem compra vai atrás do comediante específico, não do "gênero", e Gregório Duvivier carrega audiência de Porta dos Fundos, Greg News e do circuito de humor político, que não é automaticamente a mesma base que compra show de música na Brava.
Por isso os R$ 20.000 não competem com os R$ 53.000 do resto da temporada: o objetivo aqui não é só vender ingresso, é provar (e ampliar) a audiência de comédia dentro da própria base da Brava — o aprendizado serve pra qualquer especial de humor que a casa trouxer depois.
Alcance → Tráfego → Conversão
Diferente dos outros shows, aqui vale investir em construir audiência antes de pedir a venda — o público de comédia stand-up carioca é menos óbvio de mapear de cara do que o público de um artista musical já consagrado.
Mesmo centro, rede um pouco mais larga
O ponto de partida é o mesmo raio a partir do Jockey Club, na Gávea — mas como aqui o objetivo inclui construir audiência nova, vale somar uma camada de teste em bairros com forte circuito de teatro e comédia stand-up (Centro/Lapa, Botafogo/Humaitá), mesmo fora do núcleo de prioridade 1.
Mesmas prioridades 1 e 2 da aba 02
Núcleo Zona Sul (Gávea, Jardim Botânico, Lagoa, Leblon, Ipanema) primeiro, Botafogo/Flamengo/Copacabana como escala.
Circuito de teatro e comédia
Centro/Lapa e Botafogo/Humaitá concentram casas de teatro e stand-up — testar como público frio adicional pra ampliar quem nunca viu Gregório ao vivo.
Plano de mídia em tabela
Mesmos dados das abas anteriores, em formato de planilha para exportar ou colar em relatório.
| Show | Data | Público-alvo | Objetivo | Investido |
|---|
Valores por show recalculam junto com a calculadora da aba 01. Total geral soma a verba dos 18 shows com os R$ 20.000 de O Céu da Língua.